Mercado nacional
O Brasil conta com quase 6 mil cooperativas, que agregam mais de 15 milhões de cooperados. Esses números representam um impacto enorme na vida de milhões de brasileiros e na economia nacional. E ainda há muito a crescer por aqui! Existe muito espaço a ser ocupado pelo coop e a nossa atuação pode ser ampliada em todos os setores. É por isso que aqui, no ConexãoCoop, vamos mapear todas as oportunidades que podem impulsionar a sua cooperativa no mercado nacional!
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MAPA
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O Mapa é um dos maiores parceiros do cooperativismo e do Sistema OCB. Atualmente, uma série de iniciativas do ministério têm as coops como prioridade ou atores-chave em seu desenvolvimento. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é um dos principais - senão o maior - parceiro estratégico do cooperativismo brasileiro.Juntos, OCB e Mapa, estão realizando diversas ações que impactam as coops diretamente. Além disso, o ministério também atua como defensor do coop, em outras pautas relacionadas ao setor, junto a outros órgãos. O programa mais importante que está sendo executado pelo Mapa em parceria com o Sistema OCB, é o Brasil Mais Cooperativo. O seu objetivo é ampliar as oportunidades de negócios para as cooperativas e fortalecer o nosso modelo de negócios de norte a sul do país. Inclusive, um dos eixos de atuação do programa é voltado para o desenvolvimento do coop na Região Nordeste.
Todas as iniciativas são construídas de maneira colaborativa na Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, que também conta com uma diretoria de Cooperativismo e Acesso a Mercados. Por lá são pensadas as ações para inserir e impulsionar as cooperativas brasileiras, especialmente aquelas de pequeno e médio portes.
NOSSOS PARCEIROS
MAPA
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O Mapa é um dos maiores parceiros do cooperativismo e do Sistema OCB. Atualmente, uma série de iniciativas do ministério têm as coops como prioridade ou atores-chave em seu desenvolvimento. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é um dos principais - senão o maior - parceiro estratégico do cooperativismo brasileiro.Juntos, OCB e Mapa, estão realizando diversas ações que impactam as coops diretamente. Além disso, o ministério também atua como defensor do coop, em outras pautas relacionadas ao setor, junto a outros órgãos. O programa mais importante que está sendo executado pelo Mapa em parceria com o Sistema OCB, é o Brasil Mais Cooperativo. O seu objetivo é ampliar as oportunidades de negócios para as cooperativas e fortalecer o nosso modelo de negócios de norte a sul do país. Inclusive, um dos eixos de atuação do programa é voltado para o desenvolvimento do coop na Região Nordeste.
Todas as iniciativas são construídas de maneira colaborativa na Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, que também conta com uma diretoria de Cooperativismo e Acesso a Mercados. Por lá são pensadas as ações para inserir e impulsionar as cooperativas brasileiras, especialmente aquelas de pequeno e médio portes.
BNDES
BNDES
O cooperativismo brasileiro, representado pelo Sistema OCB, é considerado um dos grandes parceiros do BNDES na promoção do desenvolvimento econômico e social do país. Essa parceria fortalece o relacionamento com as cooperativas, permite a difusão de informações sobre produtos e programas do Banco e viabiliza o acesso a recursos por meio das cooperativas de crédito e bancos cooperativos parceiros, localizados em diversos municípios do país.
Dentre as soluções financeiras que podem ser acessadas pelas cooperativas e seus cooperados, destacam-se aquelas destinadas ao setor agropecuário. O BNDES disponibiliza recursos por meio dos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGFs) e das linhas específicas do Banco, que atendem a diversas necessidades, como projetos de investimento, aquisição de máquinas e equipamentos, recursos para custeio, investimentos em sustentabilidade, armazenagem, inovação, modernização, dentre outras.
Há ainda outras soluções como o Procapcred, o BNDES Finame, o BNDES Pequenas Empresas e o BNDES Garantia, que podem ser acessados por cooperados e/ou cooperativas de todo o Brasil. Tais produtos permitem o financiamento para aquisição de cotas-partes das cooperativas, para capital de giro e para obtenção de garantias.
É importante ressaltar também o papel exercido pelas cooperativas de crédito e bancos cooperativos parceiros, que atuam como agentes financeiros credenciados do BNDES. Por ter uma presença em diversas regiões, tais instituições contribuem para uma descentralização do crédito no mercado, trazendo assim um maior potencial de geração de emprego e renda em todo país.
Por fim, o BNDES mantém o compromisso com a sustentabilidade do cooperativismo brasileiro e reconhece o papel relevante do Sistema OCB na representação, defesa e desenvolvimento do setor para torná-lo ainda mais competitivo e reconhecido por toda a sociedade brasileira.
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O cooperativismo brasileiro, representado pelo Sistema OCB, é considerado um dos grandes parceiros do BNDES na promoção do desenvolvimento econômico e social do país. Essa parceria fortalece o relacionamento com as cooperativas, permite a difusão de informações sobre produtos e programas do Banco e viabiliza o acesso a recursos por meio das cooperativas de crédito e bancos cooperativos parceiros, localizados em diversos municípios do país.
Dentre as soluções financeiras que podem ser acessadas pelas cooperativas e seus cooperados, destacam-se aquelas destinadas ao setor agropecuário. O BNDES disponibiliza recursos por meio dos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGFs) e das linhas específicas do Banco, que atendem a diversas necessidades, como projetos de investimento, aquisição de máquinas e equipamentos, recursos para custeio, investimentos em sustentabilidade, armazenagem, inovação, modernização, dentre outras.
Há ainda outras soluções como o Procapcred, o BNDES Finame, o BNDES Pequenas Empresas e o BNDES Garantia, que podem ser acessados por cooperados e/ou cooperativas de todo o Brasil. Tais produtos permitem o financiamento para aquisição de cotas-partes das cooperativas, para capital de giro e para obtenção de garantias.
É importante ressaltar também o papel exercido pelas cooperativas de crédito e bancos cooperativos parceiros, que atuam como agentes financeiros credenciados do BNDES. Por ter uma presença em diversas regiões, tais instituições contribuem para uma descentralização do crédito no mercado, trazendo assim um maior potencial de geração de emprego e renda em todo país.
Por fim, o BNDES mantém o compromisso com a sustentabilidade do cooperativismo brasileiro e reconhece o papel relevante do Sistema OCB na representação, defesa e desenvolvimento do setor para torná-lo ainda mais competitivo e reconhecido por toda a sociedade brasileira.
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Saúde financeira do cooperado: o papel da cooperativa na educação financeira
A falta de saúde financeira é um problema que atinge milhares de brasileiros. Dados de julho de 2025 do Serasa apontam que cerca de 77,1 milhões de pessoas e 7,1 milhões de empresas acumulam dívidas. Essa questão atinge não apenas o bolso dos brasileiros endividados, mas também prejudica as instituições financeiras. Existem muitas causas que levam a essa situação, como diminuição da renda mensal, enfermidades ou desemprego. Entre os diversos motivos, a falta de educação financeira é um dos principais. E é aqui que as cooperativas podem atuar para mudar essa realidade. Organizações financeiras podem ajudar a tirar algumas pessoas do vermelho. Afinal, elas podem atuar como agentes que propagam instrução e orientação financeira para que seus clientes possam se organizar. Saiba o papel do cooperativismo nesse desafio e entenda a importância desse modelo de negócio para a saúde financeira dos brasileiros. Educação financeira: o que significa e por que é importante Essencial para evitar endividamentos, a educação financeira é um termo que se refere à capacidade de entender e organizar suas finanças com responsabilidade e consciência. Não significa apenas economizar dinheiro, mas sim ter compreensão do quanto, como e por que está gastando. A educação financeira é o processo de adquirir conhecimentos e desenvolver as habilidades necessárias para tomar decisões informadas e adequadas sobre o uso e a gestão do dinheiro. No cooperativismo, as cooperativas de crédito podem tomar para si a responsabilidade de promover essa instrução para seus associados. Benefícios para as pessoas e para os negócios A educação financeira traz diversos benefícios tanto para os associados quanto para as cooperativas. Quando bem informados e capacitados, os cooperados conseguem ter mais controle sobre suas finanças, proporcionando: Menores chances de endividamento. Menos ansiedade financeira e melhor qualidade de vida. Organização para concretizar objetivos profissionais e pessoais. Controle de recursos e reserva de emergência. Mais autonomia e liberdade para gastar. Ela também é positiva para as cooperativas ao reduzir a inadimplência e criar oportunidades, uma vez que associados financeiramente organizados gerenciam melhor seu crédito e usam mais serviços bancários. Dessa maneira, investir em educação financeira é investir no crescimento da própria cooperativa. Ter cooperados mais seguros, que sabem gerir bem o seu crédito e têm conhecimento acerca das próprias finanças é uma maneira de impulsionar os negócios. Papel das cooperativas na educação financeira Um dos princípios do cooperativismo é impulsionar a “educação, formação e informação” de seus associados. Nesse contexto, as cooperativas promovem a educação e a formação para que seus membros e trabalhadores possam contribuir para o desenvolvimento dos negócios e, consequentemente, dos lugares onde estão presentes. Portanto, é dever dessas instituições orientarem seus cooperados, viabilizarem a capacitação e fornecerem informação de qualidade para uma vida financeira mais saudável. Pelo contato próximo com seus associados, as cooperativas podem se tornar uma referência na jornada de educação financeira. Educação financeira na prática Um exemplo de cooperativa de crédito que atua nessa formação é a Sicredi Integração Mato Grosso, Amapá e Pará. Com objetivo de levar conhecimento, liberdade e independência para seus associados, a cooperativa criou o Programa Cooperação na Ponta do Lápis, em que promove palestras e conteúdos que ajudam na construção de hábitos financeiros sustentáveis. “Esse conteúdo é organizado a partir de cinco etapas que são: conscientizar, observar, organizar, preparar e sustentar. Eles são aplicados por meio da psicologia econômica e ciências comportamentais, que propiciam uma melhor compreensão dos hábitos em relação às finanças”, registra a cooperativa. O resultado foi positivo e, no ano de 2023, mais de 80 mil pessoas, dos 33 municípios dentro da área de atuação da cooperativa, foram impactadas por iniciativas de educação financeira. Como promover educação financeira para seus cooperados Apesar de essencial, promover conhecimento para os associados não é uma tarefa fácil. Afinal, dados da 17ª edição da pesquisa Observatório Febraban (Federação Brasileira de Bancos) apontam que a maioria dos brasileiros (55%) confessa entender pouco (40%) ou nada (15%) de educação financeira. Construir conhecimento em uma sociedade ainda distante dessas informações pode ser desafiador, mas algumas práticas das cooperativas podem auxiliar seus cooperados a ter maior habilidade para gerir finanças pessoais. São elas: 1. Criar programas educativos Um primeiro passo para essa capacitação é criar programas educacionais para os associados. Existem diferentes formatos que podem ser usados, como cursos, workshops, e-books e conteúdos online. A variação possibilita que cada cooperado consuma as informações do seu jeito e no seu tempo. É importante que os programas abranjam temas variados e cubram diferentes aspectos da vida financeira, como orçamento familiar, aposentadoria, cartão de crédito, dívidas e investimentos. As temáticas diversas ajudam a conquistar públicos distintos, desde pessoas mais jovens que estão começando sua vida financeira até pessoas idosas, empreendedoras e mais experientes. 2. Disponibilizar sites e aplicativos para controle financeiro Além dos programas, a cooperativa deve disponibilizar ferramentas digitais que facilitem o dia a dia dos cooperados e ajudem no processo de organização financeira. Assim, a cooperativa pode criar aplicativos que monitorem gastos, sites para controle de dívidas, cofrinhos, plataformas de metas financeiras, de investimento e rentabilidades, entre outros. As soluções inovadoras podem ser grandes aliadas quando usadas para facilitar o processo de gestão do dinheiro, deixando a educação financeira mais acessível e fácil. 3. Oferecer serviços de consultoria Materiais e programas educacionais são essenciais, mas os cooperados também precisam de um suporte real para controlar suas finanças. Esse papel é de responsabilidade das cooperativas, que devem promover consultorias personalizadas e individuais para cada caso. Ter um profissional preparado para orientar a investir, pagar as dívidas e organizar os ganhos é fundamental para a saúde financeira dos cooperados, que com ajuda não se sentem desamparados e podem tomar decisões mais precisas e saudáveis. 4. Investir em marketing e campanhas de conscientização Redes sociais, sites, e-mails e televisão são alguns dos veículos que as cooperativas podem usar para se conectar com seu público e divulgar informações relevantes para instrução financeira não apenas de seus cooperados, mas da população em geral. Campanhas para aumentar a conscientização divulgam o nome da marca de maneira positiva, atingem diversos públicos, atraem novos associados e aumentam a educação financeira no país. Conclusão: a importância da educação financeira É dever das cooperativas investir em produtos e serviços que propiciam uma vida financeira mais saudável para seus cooperados. Afinal, a educação financeira cria uma corrente de conscientização que beneficia os associados e a instituição, paralelamente. Desenvolver programas, aplicativos e campanhas que difundem informações relevantes sobre como cuidar das economias é, portanto, um dever do cooperativismo de crédito com seus associados e com a comunidade. Na CapacitaCoop você aprende como a educação financeira pode fazer seus planos saírem do papel desde cedo e seus sonhos se tornarem realidade. Acesse o curso online disponível sobre Educação Financeira para Jovens e saiba mais!
Como analisar viabilidade e ROI em projetos de inovação
A inovação é essencial para uma cooperativa crescer e se destacar no mercado. São soluções inovadoras que transformam uma marca, conquistam novos públicos e fidelizam os clientes já existentes. Mas antes de apostar em criar produtos, serviços e operações inovadoras, é preciso entender se vale a pena investir tempo e dinheiro. Para garantir a efetividade de um novo projeto, saiba como avaliar a sua viabilidade e ROI. ROI e Viabilidade: o que significam Antes de tudo, é importante entender o que significa uma inovação ser viável. Para que uma iniciativa saia do papel, deve-se compreender se de fato ela pode trazer resultados positivos para a cooperativa, seus cooperados ou clientes. Esse projeto precisa ser pensado para sanar um problema, melhorar uma operação ou atender demandas do mercado. Análise de viabilidade O primeiro passo é fazer a análise de viabilidade da inovação. Ou seja, elaborar uma avaliação detalhada para entender a executabilidade de um projeto, verificando se ele é viável de forma técnica, legal, operacional, mercadológica e financeira (ROI). É preciso, nessa fase, mapear se a cooperativa conta com recursos, tecnologias, capacidade técnica da equipe, equipamentos e infraestrutura necessária para a execução da iniciativa. Se não, vale estudar que parcerias e fomentos podem ajudar a pôr em prática o negócio. Operacionalmente falando, a cooperativa deve se perguntar: existe tempo na agenda dos colaboradores para dedicação ao projeto ou é necessário contratar mão de obra? Nesse momento, é hora de olhar para as operações como um todo, e não apenas para a inovação, a fim de compreender como encaixar as novas demandas na rotina. Analisar o mercado, as tendências de consumidores e os impasses legais também garante que a inovação seja bem-sucedida, evitando impactos negativos. Por fim, a análise financeira pode ser feita pelo ROI. A análise de ROI O ROI (Return on Investment, ou retorno sobre investimento em português) é uma metodologia que avalia se os investimentos em uma inovação trarão retornos econômicos positivos e resultados efetivos para a cooperativa. É o estudo responsável pela parte econômica dos projetos, para compreender se ele é financeiramente sustentável. Assim, são levados em consideração os custos de implementação, os investimentos, o fluxo de caixa atual da cooperativa e o possível lucro. Como analisar a viabilidade de um projeto Compreendida a importância de estudar a viabilidade e as finanças de uma inovação, é hora de entender como pôr essa avaliação em prática. Para realizar essa análise, a cooperativa deve atentar para alguns pilares que garantem o sucesso de um projeto. São eles: Definir objetivos, metas, prazos O primeiro passo é delimitar o que é a inovação e para que ela será criada. Nesse momento, é importante fazer um esboço geral, entendendo as metas do projeto, qual é seu objetivo principal e seus objetivos específicos. Pensando nas finalidades da inovação, é fundamental entender em quanto tempo essa iniciativa precisa ser executada. Assim é possível criar metas a curto, médio e longo prazo para que o projeto saia do papel e tenha uma data-limite de entrega. Essa organização traz um maior direcionamento e delimita a melhor maneira de desenvolver o projeto. Fazer a pesquisa de mercado, concorrência e público Outra análise essencial para garantir a viabilidade do projeto é fazer o estudo do mercado no qual a inovação será inserida. Em tempos de grande volatilidade, a cooperativa precisa entender: em que contexto se dá essa inovação, quais são os cenários geopolíticos e como a economia se encontra no momento. O mais importante é compreender o seu público-alvo, estudando suas demandas, suas necessidades e suas vontades. Também vale analisar a concorrência, para conseguir se destacar e criar uma inovação que melhor atenda aos clientes. Analisar as finanças e o ROI Uma das partes mais cruciais na avaliação de um projeto é o seu financeiro. Entender qual é o percentual de ganho alcançado em relação ao valor que será investido ajuda a determinar se a iniciativa é rentável. Para isso, existe a fórmula de análise do ROI. Conheça a fórmula para calcular o ROI Para calcular o ROI, a fórmula se baseia em: subtrair o valor ganho pelo valor investido, e dividir o resultado pelas despesas. Por fim, o último passo é multiplicar por 100, chegando ao percentual de lucro. ROI = GANHO OBTIDO – CUSTOS x 100 CUSTO Assim, o ROI é um percentual que mede a eficiência de um projeto para gerar lucro. Preparar a gestão de riscos Qualquer inovação vem acompanhada de riscos. Mudanças regulatórias, geopolíticas e até mesmo ambientais podem prejudicar as operações e resultados de um projeto, e ter isso em consideração na hora de executar uma iniciativa é essencial. Para se proteger, é importante construir uma cultura organizacional resiliente que trabalhe constantemente em uma gestão de riscos, a fim de identificar, avaliar e mitigar possíveis problemas que uma inovação pode enfrentar. Avaliar os recursos e competências para executabilidade Analisar se a cooperativa possui mão de obra, recursos e competência para executar o projeto é outro passo essencial antes de colocar a inovação em ação. É importante se reunir com o time e avaliar se existem colaboradores e infraestrutura disponíveis para trazer a inovação para aplicação real. Esse entendimento facilita a implementação e possibilita à cooperativa se preparar para eventuais gastos e contratações necessários. Conclusão: inovar com ROI é inovar com menos riscos Inovar é um processo acompanhado de riscos, afinal é inevitável mudar sem ter algumas incertezas e deslizes no caminho. Mas é possível diminuir as eventuais falhas quando apostamos em um plano de inovação baseado em estudos e análise de viabilidade e ROI. Entender o mercado, o seu financeiro, as questões internas e externas de uma cooperativa antes de inovar é um procedimento que aumenta as chances de sucesso e traz mais certeza para a marca.
Resiliência organizacional: como preparar as cooperativas para crises e desafios inesperados
Mesmo as maiores e mais bem-sucedidas cooperativas estão sujeitas a passar por desafios inesperados e momentos de crise. Diversos fatores podem afetar os negócios e para se manter firme é necessário ter resiliência organizacional. Não é possível prever todos os obstáculos que atrapalharão as operações e o funcionamento de uma cooperativa. A chegada de eventos climáticos extremos, o cenário geopolítico instável, transformações na economia e no perfil do consumidor podem exigir uma mudança de rota, que sempre vem acompanhada de dificuldades e necessidade de adaptação. Com resiliência organizacional, esses entraves podem se tornar oportunidades. Saiba como construir uma cooperativa resiliente e aberta para o crescimento contínuo! O que é resiliência organizacional nas cooperativas? O termo resiliência organizacional se refere a um conjunto de habilidades que uma instituição precisa ter para conseguir se adaptar, enfrentar e crescer diante de desafios e obstáculos que fazem parte dos negócios. Momentos de crise, mudanças externas ou internas e eventos imprevisíveis são parte da rotina de uma organização. Para que as cooperativas consigam ter longevidade e sucesso, é preciso que os colaboradores e líderes estejam em constante adaptação, sabendo trabalhar com o inesperado e prontos para se recuperar de períodos de instabilidade. Assim se constrói o que chamamos de resiliência corporativa. O cenário atual do mercado é cheio de incertezas e volatilidade. Com uma economia vulnerável, avanços tecnológicos cada vez mais rápidos, um contexto geopolítico complexo por conta da globalização e um consumidor de perfil incerto, saber navegar na onda de mudanças não é apenas o que diferencia uma marca no mercado, mas o que a mantém em pé. 4 pilares da resiliência organizacional Antes de saber como fazer a construção de uma organização resiliente, é preciso entender os pilares da resiliência organizacional. Para se manter competitivo no mercado apesar das turbulências, uma cooperativa deve se atentar a: Antecipação dos riscos. Capacidade de respostas rápidas. Monitoramento contínuo. Adaptação constante. Entenda como esses fundamentos funcionam na prática: Antecipação e gestão de riscos O primeiro e mais importante passo para tornar uma cooperativa resiliente é estar preparado para situações diversas. Para isso, é necessário desenvolver a capacidade de antecipar e identificar riscos. Estar em constante alerta, conseguindo perceber os erros e vulnerabilidades antes que tomem grandes dimensões, é crucial para evitar cenários de crises e situações críticas. Para isso, construir uma gestão de riscos operacionais, desenvolvendo planos de ação para analisar e mitigar os riscos, é uma tarefa essencial. Além disso, é preciso que os colaboradores e líderes tenham uma mentalidade de constante atenção e preparo. Capacidade de resposta e ação rápida a desafios inesperados Além de se prevenir de possíveis riscos, saber agir em momentos de turbulência é outra característica que define uma cooperativa com resiliência organizacional. Quando chegam as adversidades, é preciso que os gestores e os times tenham capacidade para prover respostas rápidas e eficientes, a fim de mitigar ou controlar os impactos da situação. Cooperativas resilientes são aquelas compostas por uma cultura organizacional preparada para agir sob pressão, que saibam manter a qualidade das operações mesmo em momentos de maior tensão. Monitoramento contínuo do trabalho e resultados O acompanhamento constante do trabalho é outra prática que garante a resiliência organizacional de uma cooperativa. Fazer o monitoramento das operações e dos seus resultados assegura que os gestores conheçam com profundidade o contexto interno e externo da organização, a fim de evitar problemas antes que aconteçam. A supervisão com um olhar atento é importante, possibilitando fazer mudanças quando necessário, melhorar processos e evitar vulnerabilidades. Adaptação e capacidade de mudanças em crises Adaptação é uma palavra-chave em cooperativas com resiliência organizacional. Imprevistos e mudanças fazem parte dos negócios e do mercado, e quando uma organização consegue aprender e se adaptar a esse contexto, ela evolui constantemente. Cada obstáculo e transformação pode se tornar um aprendizado que fortalece a cooperativa, seus cooperados e seus colaboradores. Uma cultura organizacional aberta a mudanças é uma cultura que tem espaço para inovação, melhorias e crescimento. Como construir resiliência na sua cooperativa? Uma vez entendido o que estrutura a resiliência de uma cooperativa, é hora de descobrir os passos e hábitos essenciais para desenvolver uma cooperativa pronta para lidar com momentos conturbados. A seguir, algumas práticas que podem auxiliar nesse processo: Invista no treinamento de lideranças e equipe A resiliência deve fazer parte da cooperativa como um todo. Por isso, promover a formação de gestores e da equipe é fundamental. Líderes resilientes conseguem levar essa habilidade para seus times, coordenando seus colaboradores com inteligência emocional, atenção e cuidado, o que ajuda a construir relacionamentos fortes. Assim, em crises internas, fica mais fácil liderar e conduzir os funcionários. Além das lideranças, é importante que todos os membros da cooperativa tenham acesso a treinamentos e cursos que promovam resiliência. Para saber lidar com o inesperado, os colaboradores devem ser ensinados como fortalecer suas soft skills e desenvolver suas habilidades de comunicação e espírito de equipe. Trabalhe com uma comunicação transparente e eficaz Um aspecto essencial para manter a resiliência de uma cooperativa em momentos tensos é a comunicação. É preciso uma escuta ativa dos líderes, para ouvir colaboradores e cooperados e entender suas queixas, além de uma comunicação organizacional estruturada, para garantir que a mensagem chegue de forma clara e assertiva. É comum, em períodos conturbados, que haja rumores e boatos acerca dos problemas, o que pode gerar ansiedade e dificultar a condução de resoluções. Por isso, ter meios de se comunicar de forma direta com os colaboradores é crucial. Tenha uma gestão de mudanças efetiva Quando obstáculos e imprevistos acontecem, é preciso mudar. Para que os colaboradores e cooperados estejam abertos a transformações, a cooperativa deve construir uma gestão de mudanças efetiva. Essa prática assegura a confiança dos times na cooperativa, fortalecendo a implementação de novas estratégias, tecnologias e estruturas. Quando a mudança ocorre de forma detalhada, faseada e envolvendo todos os funcionários, é mais fácil que ocorra de maneira eficaz e rápida. Tome decisões baseadas em dados Em momentos de crise, é normal que o nervosismo e a ansiedade tomem conta. Para não agir por impulso, o que pode levar a cooperativa a situações ainda piores, é preciso usar informações concretas como base. É nesse cenário que os dados se tornam relevantes. Se basear em dados internos e externos ajuda a desenvolver estratégias que fazem sentido, mantendo a análise de mercado e a qualidade das decisões mesmo em situações delicadas. Para isso, é importante que a cooperativa esteja constantemente fomentando sua base, coletando e organizando dados de forma contínua. Invista em tecnologia e fomente a inovação Os avanços tecnológicos podem se tornar grandes aliados na construção da resiliência organizacional, uma vez que ferramentas auxiliam a otimizar operações e automatizar processos. Dessa maneira, as adaptações podem ocorrer de forma mais ágil e eficiente. Além disso, desenvolver uma mentalidade de inovação entre os colaboradores ajuda a cooperativa a passar por transformações de maneira mais leve, já que os times podem enxergar os desafios como oportunidades de negócios e novas chances de inovar. Promova o bem-estar dos colaboradores e fortaleça as relações no trabalho Quando uma cooperativa passa por tempos difíceis, a união entre as pessoas se torna ainda mais importante. Para que todos trabalhem de forma coletiva para encontrar soluções e achar uma saída, é preciso que as relações de trabalho sejam saudáveis e baseadas em confiança. É preciso garantir o bem-estar dos colaboradores, tanto físico quanto mental. Os cooperados e colaboradores devem ter suporte emocional, programas de saúde e um ambiente seguro para se sentirem acolhidos e prontos para lidar com as mudanças repentinas. Construa uma gestão de riscos Os riscos operacionais são aqueles que podem causar perdas financeiras, operacionais e sistemáticas em uma cooperativa, prejudicando seu funcionamento e sua reputação no mercado. Eles podem causar problemas repentinos, e uma cooperativa resiliente deve estar preparada para contornar essas situações. É essencial que a organização construa uma gestão de riscos, ou seja, um planejamento para identificar, avaliar e mitigar as possíveis falhas. Diversifique as receitas da cooperativa Um dos principais fatores que tornam uma cooperativa resiliente é sua capacidade financeira de lidar com os altos e baixos dos negócios. Para evitar que crises prejudiquem excessivamente as contas, é importante que a receita da cooperativa não dependa de apenas um único mercado ou cliente. Ter fontes de renda diversificadas pode ajudar na estabilidade financeira de uma cooperativa e fortalecer seu espaço no mercado, ajudando na durabilidade e sustentabilidade da marca. Conclusão: características de uma cooperativa resiliente Uma cooperativa resiliente se fortalece e trabalha com algumas características, como agilidade, lideranças fortes e empáticas, comunicação aberta entre os times, inovação e aprendizado contínuo. Para começar a construção da resiliência corporativa na sua cooperativa, confira a reportagem “Gestão de riscos operacionais: como identificar, avaliar e mitigar”.
Crescimento global do consumo de proteínas abre novas oportunidades para o cooperativismo
O consumo de proteínas está aumentando cada vez mais. Podendo vir em diferentes formatos, como cortes de carne, snacks proteicos e shakes com whey, esses produtos apresentam uma grande oportunidade de investimento - e um potencial enorme para cooperativas que souberem embarcar na onda. Diferentemente dos outros dois macronutrientes, a gordura e o carboidrato, a proteína se destaca e tem ganhado um espaço sem igual no mercado de alimentos. Ela deixou de ser apenas uma parte da refeição para virar uma peça essencial, um sinônimo de comer bem e ter um estilo de vida saudável. Economicamente falando, o mercado está abundante e há abertura para quem conseguir inovar, trazer novos produtos e atender à demanda alimentar. Veja os dados e confira dicas de como entrar nesse setor! A proteína virou tendência mundial A preferência dos consumidores pelas diferentes formas de proteína transformou o mercado dos Estados Unidos. A pesquisa The 2025 Protein Profile, promovida pela empresa de agronegócio Cargill, apontou que 61% da população estadunidense ampliou o consumo de proteína em 2024, se comparado ao ano anterior. Para os entrevistados, a proteína deixou de ser apenas uma peça principal do almoço e jantar para ganhar espaço também em outras refeições, como lanches e snacks. Opções de fácil consumo, como barras proteicas, shakes e whey protein têm se tornado uma escolha de muitos americanos. Ao todo, 63% deles responderam que buscam o macronutriente em suas comidas rápidas. Cenário global O aumento do consumo da proteína, fenômeno ligado à busca por um estilo de vida com mais saúde e bem-estar, já saiu do horizonte americano e se tornou um movimento mundial. A pesquisa Global Animal Protein Market, da Mordor Intelligence, apontou que o valor do mercado de proteína animal em 2024 era de US$ 9,41 bilhões, e a estimativa é que chegue a US$ 11,97 bilhões até 2029, com uma taxa de crescimento anual de 4,93%. Esses números comprovam que o mercado de alimentação proteica está em seu auge. No cenário global, a região Ásia-Pacífico é a principal fonte de consumidores desse mercado, com destaque para a China, que representou 33,8% do consumo em 2022. A procura por alimentos e bebidas ricos em proteínas é grande, graças ao mercado fitness que vem também avançando. Na China, a mesma pesquisa mostra que cerca de 80% da comunidade fitness opta por alimentos ricos em proteínas como sua principal fonte de energia e fortalecimento de músculos. A proteína no mercado brasileiro Na América Latina, o cenário é parecido. Dados da consultoria Kantar mostram que quase 70% dos latinos têm intenção de manter ou até aumentar a ingestão de proteínas. Nesse continente, a carne vermelha segue sendo a favorita do público: no Brasil, Argentina e Chile, mais de 75% da população afirma que não pretende reduzir o seu consumo. Além disso, informações da Associação Brasileira de Proteína Animal apontam que a demanda por proteína de aves aumentou no país. Ao mesmo tempo, houve um avanço histórico na ingestão de ovos: foram cerca de 288 unidades por habitante em 2025, com perspectiva de subir para 306 em 2026. As proteínas de origem vegetal e as híbridas também ganharam força graças à exigência crescente por sustentabilidade e produtos com baixo impacto ao meio ambiente. Tais mudanças de hábito são um reflexo da busca em alta dos brasileiros por um estilo de vida mais saudável e sustentável. Se antes as comidas com um alto valor proteico eram a preferência apenas de atletas, agora elas são populares para uma parcela muito maior e mais difusa da população. Oportunidades para o cooperativismo O crescimento do mercado de produtos proteicos, que é amplo e diverso, apresenta muitas oportunidades para os negócios. As cooperativas devem se preparar, estudando o mercado e suas demandas, para conseguir acompanhar o movimento e ganhar espaço. Para se destacar com competitividade, é preciso inovar e entregar aquilo que os clientes solicitam: comidas rápidas, saudáveis, ambientalmente responsáveis e proteicas. Veja algumas oportunidades: Carne vermelha, peixe e aves possibilitam diversificação de mercados Uma vantagem do mercado de proteínas é a quantidade abrangente de cortes e tipos de carne que um produtor pode investir. Cooperativas agropecuárias têm a possibilidade de trabalhar com diferentes animais, oferecendo produtos como frangos, suínos, bovinos e peixes. Essa robustez ajuda a construir uma diversificação de catálogo e das fontes de receita. Assim sendo, é possível explorar diversos mercados nacionais e internacionais, de acordo com tendências locais mais específicas. Aumento no consumo de suplementos, whey e bebidas proteicas A busca por uma vida mais equilibrada tem gerado efeito nas prateleiras. Produtos fitness de alto valor proteico se tornaram os queridinhos dos consumidores. O mercado brasileiro de bebidas com proteína, por exemplo, já tem seu valor estimado em R$ 2,1 bilhões, com previsão de atingir R$ 3,1 bilhões em até três anos. As academias são outro setor em expansão, com um crescimento anual de 13,97%, segundo pesquisa “Mercado de Academias no Brasil: Dados e Tendências”, do Sebrae. O público que treina costuma adaptar sua alimentação para ganho de massa muscular, e assim o consumo de whey e suplementos proteicos também aumenta. Tudo isso leva a um contexto favorável para investimento. As cooperativas podem criar ou adaptar seus produtos para ter um maior valor proteico, atingindo um público que busca nutrição em primeiro lugar, vão encontrar vantagem estratégica. A CCGL, por exemplo, está atenta à tendência e lançou um leite em pó proteico desnatado. Oportunidades com diferentes fontes de proteína: animal e vegetal Quando o assunto é proteína, é importante ter um olhar amplo e fora do senso comum: existe muito desse macronutriente fora de alimentos de origem animal. Apesar de as carnes serem conhecidas como a principal fonte de proteína, é possível investir na criação de produtos proteicos de base vegetal. O estudo “O consumidor brasileiro e o mercado plant-based 2024”, do Good Food Institute, mostrou que, em 2024, os brasileiros já estão abertos para esse tipo de proteína: 26% dos entrevistados consomem carne animal pelo menos uma vez ao mês. Pensando em versões vegetais alternativas ao leite, o número é maior ainda. Atualmente, 48% consomem esse tipo de bebida. Em relação à dieta, 21% afirmam estar reduzindo, sem eliminar completamente, o consumo de carne - são os chamados flexitarianos. Além disso, 8% consomem apenas pescados e 5% se declaram veganos ou vegetarianos, alimentando-se apenas de produtos sem origem animal. Esse grupo representa uma brecha de inovação, e novos mercados pensados para proteínas oriundas de vegetais se tornam uma aposta de investimento. Conclusão: é hora de investir em proteína Com inovação e investimento em produtos proteicos, as cooperativas podem crescer em um mercado promissor e com grande potencial. É preciso atender às demandas dos consumidores, seguindo as tendências de sustentabilidade e alimentação saudável. Sendo assim, as proteínas devem entrar no radar do cooperativismo e adentrar seus catálogos. Para se atentar a outras tendências e estar na frente do mercado com soluções inovadoras, confira o e-book “Mapear tendências: dicas para planejar o futuro da sua cooperativa”.
Reforma do setor elétrico pode impulsionar cooperativas de energia no Brasil
A reforma no setor elétrico brasileiro, que foi aprovada pelo Congresso com conquista para o cooperativismo, prevê mudanças significativas e estratégicas que devem impactar não apenas o segmento, mas a economia brasileira como um todo. O setor de energia do Brasil já é um dos mais limpos do mundo. Segundo o Balanço Energético Nacional (BEN) de 2025, a energia eólica e solar representam 23,7% da eletricidade do país em 2024. No mesmo ano, a energia por fontes renováveis foi de 88,2%, acima da média mundial. A reforma abre espaço para o cooperativismo, que se destaca pela sustentabilidade e pode trazer ainda mais impulso para a transição energética do Brasil. Atualmente, 906 coops já produzem sua própria energia, e estão presentes em todas as regiões brasileiras promovendo o uso de fontes renováveis. No aspecto do consumidor, as indústrias e meios de transporte são os maiores usuários de energia do país, acumulando 64,8%, segundo o BEN de 2024. As residências representam 10,7% do uso. Esses valores são significativos e, com a abertura dos mercados proposta pela reforma, a influência de novos agentes, incluindo o cooperativismo, deve aumentar. Após aprovação do Senado Federal, as mudanças da MP seguem, agora, para sanção do Executivo e devem ser validadas até 7 de novembro para não perder validade. O que é a reforma do setor elétrico A MP que instituiu a reforma do setor elétrico deve ter reflexos sobre a economia, o meio ambiente e a relação com consumidores. Motivada pelos avanços tecnológicos que permitem fortalecer as energias limpas e pela necessidade de abertura do mercado, algumas das principais mudanças trazidas pela MP são: 1. Mais famílias terão acesso à Tarifa Social Um dos pontos de destaque da reforma do setor elétrico é a implementação do desconto social de energia elétrica para famílias de baixa renda, que deve atingir mais de 60 milhões de pessoas. Esse desconto, que vem para ampliar a Tarifa Social, determina que famílias do Cadastro Único, com renda per capita de até meio salário mínimo e consumo de até 80 kWh mensais, não precisarão pagar conta de energia. A regra também delimita que as famílias cuja renda está entre meio e um salário-mínimo per capita, que gastam até 120 kWh por mês, poderão ter acesso direto a descontos graduais. Na economia, o impacto da Tarifa Social, que já é grande, vai se expandir. Em 2024, o programa movimentou R$ 6,4 bilhões em abatimentos nas faturas de consumidores e beneficiou 17,4 milhões de famílias. 2. Mercado Livre de Energia se abre a demais consumidores A abertura do mercado livre de energia aos consumidores residenciais e pequenos comércios é mais um ponto importante da reforma do setor elétrico. Atualmente, apenas grandes empresas conseguem ter acesso ao Ambiente de Contratação Livre, podendo escolher livremente quem são seus fornecedores. Com a nova proposta, a ideia é que a partir de 2027/2028 todos possam ter liberdade para tomar essa decisão, o que deve impactar o mercado e aumentar a concorrência, viabilizando o surgimento de novos agentes - como as cooperativas de energia. Essa medida também possibilita condições mais vantajosas para os consumidores, que poderão escolher de acordo com suas preferências - um modelo que já existe com o segmento de internet e telefonia, por exemplo. As operações bilaterais reduzem impactos negativos em momentos de crise e fortalecem a confiança na relação entre consumidores, comerciantes e geradores de energia. Modificações em encargos para gerar equilíbrio A proposta também prevê ajustes nos encargos, propondo mudanças nos benefícios concedidos a instituições de geração própria de energia, com o objetivo de tornar o setor mais equilibrado e justo, inclusive para as cooperativas. Estão sendo consideradas mudanças na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um fundo que ajuda a financiar políticas públicas no setor elétrico - como a Tarifa Social, acima citada, e projetos de expansão do acesso à energia para lugares distantes. Os custos atuais da CDE estão nas contas de luz de todos os consumidores de forma desbalanceada, ou seja, sem levar em consideração a capacidade financeira de cada consumidor. A reforma busca melhorar a distribuição desses encargos, deixando os custos financeiramente viáveis para todos. Oportunidades para o cooperativismo Uma das principais transformações da reforma é a expansão do Mercado Livre de Energia. Com a mudança, o consumidor terá liberdade de escolha de fornecedor, visando os melhores custos-benefícios e qualidade da geração e distribuição de energia. Essa ação abre espaço para novos players entrarem ou crescerem no setor, e as cooperativas encontram uma grande oportunidade para se destacar como fornecedoras de energia limpa e acessível. O mercado é promissor, em especial por atrair olhares do exterior. O setor elétrico brasileiro se tornou o preferido dos investidores chineses, sendo o segmento que mais recebeu alocação de recursos do país em 2024. No total, o Brasil recebeu US$ 1,43 bilhão de capital da China no último ano, marcando um aumento de mais de 100% em comparação a 2023. Com 22 empreendimentos, maior volume desde 2007, esse segmento representa altas possibilidades de crescimento e sucesso. Cenário de cooperativas de energia atual - e o que pode mudar O cooperativismo já está presente no setor de energia elétrica, seja pelas cooperativas de infraestrutura que realizam a geração e comercialização de energia ou por cooperativas de outros ramos que têm produção para uso da própria e de seus cooperados. Só em 2024, esse segmento contou com 73 usinas em operação, somando mais de 385 MW de potência instalada, segundo AnuárioCoop 2025. Com a chegada da reforma e o incentivo à geração distribuída, as cooperativas de energia podem ganhar ainda mais espaço e vantagem competitiva no mercado. A atuação das cooperativas incentiva a sustentabilidade Sendo a sustentabilidade um princípio inegociável do cooperativismo, essas coops fomentam a energia hidráulica, solar fotovoltaica, biomassa e outras oriundas de fontes renováveis. Com sua ampliação no segmento, o cooperativismo se posiciona como um modelo que impulsiona a energia limpa, ao mesmo tempo que garante acesso à energia barata para comunidades e pequenos produtores. Fontes renováveis, que já são um destaque do Brasil, podem se ampliar graças à energia cooperativa. Esse modelo, afinal, engaja os cooperados no processo de descentralização e distribuição. No cooperativismo, os cooperados são mais do que consumidores passivos. Eles também ganham um papel crucial na transição energética do país, o que se alinha com o aumento do protagonismo que será reflexo da abertura do mercado. Subvenção mantém coops competitivas Graças à movimentação do Sistema OCB, a MP mantém subvenção para pequenos geradores, uma medida de extrema importância para a competitividade das cooperativas. A proposta inicial da Fazenda previa acabar com a subvenção que beneficia cooperativas de áreas rurais e de baixa densidade populacional, regiões que precisam ter grandes redes de energia para atender poucos consumidores. Ao manter o apoio financeiro, o cooperativismo segue se destacando na sua missão de garantir a inclusão energética e desenvolvimento regional no interior do Brasil. A manutenção da subvenção mostra a importância desse modelo para assegurar tarifas acessíveis para todas as regiões do país. Conclusão: próximos passos A abertura total do mercado será um processo gradual com resultados a longo prazo. Mas as cooperativas já devem estar atentas, pois, ao mesmo tempo que a reforma do setor elétrico traz oportunidades, também exige adaptação e preparo para garantir a competitividade e crescimento. Investindo em inovação e tecnologia, sem deixar de lado o aspecto humano e as preocupações sociais que mantêm a essência do modelo, o cooperativismo pode se tornar um modelo promissor para democratizar a transição energética no Brasil. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o resultado é uma vitória coletiva: “As cooperativas de energia cumprem um papel essencial na inclusão energética e no desenvolvimento regional. A manutenção da subvenção é um reconhecimento de que esse modelo funciona, garante tarifas acessíveis e leva qualidade de vida ao interior do Brasil. Essa conquista é fruto da união do movimento cooperativista e da sensibilidade dos parlamentares que compreenderam a relevância do tema”, destacou.
Como atender e engajar cooperados de diferentes gerações
A comunicação efetiva com diferentes gerações consiste em um desafio relevante para as marcas modernas. Cada público traz consigo valores, referências culturais e hábitos de consumo moldados pelo seu contexto histórico. Para as cooperativas, que têm como essência a proximidade com seus associados, compreender essas diferenças é fundamental para construir vínculos duradouros. Dos Baby Boomers à Geração Z, a diversidade de perfis exige estratégias adaptadas para atrair e engajar cooperados. Conheça a seguir as principais características de cada geração e descubra práticas que ajudam sua cooperativa a se conectar com públicos de diferentes idades, fortalecendo a pluralidade e a perenização do cooperativismo. Boa leitura! O perfil das diferentes gerações Analisar e classificar grupos de pessoas dentro de gerações específicas é uma prática amplamente difundida nos debates contemporâneos. O conceito se popularizou a partir da teoria geracional Strauss-Howe, divulgada por William Strauss e Neil Howe nos anos 1990. O estudo, centrado nas realidades estadunidense e ocidental, define gerações como um grupo nascido em intervalos de aproximadamente 20 anos que interage com determinados eventos históricos, compartilha características e valores em comum e possui um senso de pertencimento à geração. O trabalho dos teóricos abrange um período de cerca de seis séculos, porém as gerações mais debatidas são as que habitam o planeta e movimentam a economia atualmente. Conheça a seguir mais detalhes sobre o perfil de cada geração – há informações divergentes entre os anos que demarcam a transição de uma geração para a outra, então priorize contexto ao invés de datas exatas ao pensar sobre o tema. Baby boomers Comumente citados como aqueles que nasceram entre 1946 e 1964, os Baby Boomers são a geração que nasceu no período posterior à Segunda Guerra Mundial, um momento de recuperação econômica. Em geral, esta geração tende a priorizar a estabilidade, tanto no mundo do trabalho quanto em relacionamentos pessoais. As constantes mudanças tecnológicas costumam ser um desafio para os Baby Boomers. Geração X Composta pelas pessoas nascidas entre 1965 e 1980, a Geração X vivenciou um período marcado pela Guerra Fria, movimentos sociais e rupturas com paradigmas de gerações anteriores. Dessa forma, os membros da Geração X normalmente buscam independência e são menos adeptos a uma rotina estruturada que seus predecessores. Eles ainda costumam se adaptar melhor a mudanças. Millennials Também conhecidos como Geração Y, os Millennials compreendem aqueles nascidos entre 1981 e 1996. Eles presenciaram os primeiros passos e o início da consolidação da internet, evolução tecnológica essencial para consolidar a globalização pós-Guerra Fria. Orientados por conquistas, os Millennials buscam sucesso e conhecimento. Entretanto, os resultados não são tudo para eles: esta geração também preza pela conexão entre valores pessoais e profissionais. Geração Z Caracterizados como os primeiros nativos digitais, a Geração Z nasceu entre 1997 e 2012. É a primeira geração a crescer com acesso à internet e tecnologias digitais portáteis. Devido a esse mundo acelerado em que se desenvolveram como pessoas, eles tendem a priorizar flexibilidade no trabalho em detrimento da estabilidade. Eles também buscam por propósito em suas carreiras, e utilizam as redes sociais para expressar seus valores. Já há duas gerações posteriores à Z: a Alfa e a Beta (os nascidos a partir de 2025). Esses grupos de pessoas ainda não adentraram no mercado de trabalho e estão se desenvolvendo como indivíduos. Portanto, é necessário mais tempo para compreender melhor seus comportamentos e valores. Evolução tecnológica geração a geração Com certeza já deu para notar que as tecnologias da comunicação cumprem um papel fundamental para moldar os comportamentos de cada geração. Os diferentes canais criados e aprimorados desde a Segunda Guerra reduziram distâncias, aceleraram processos comunicacionais e construíram um ambiente mais complexo e integrado. A primeira geração do nosso recorte, os Baby Boomers, cresceu em um contexto onde a comunicação de massa era o padrão. A televisão chegou ao Brasil nos anos 1950, tornando-se ao longo dos anos a principal fonte de informação e entretenimento para a população. O rádio e as mídias impressas (jornal, revista etc.) já eram canais de comunicação consolidados e exerceram grande influência na vida dessa geração. Foi a partir da década de 1990 que ocorreu um fenômeno transformador, que reverbera até hoje: a popularização da internet. A rede mundial de computadores passou a conectar pessoas e disseminar informações em velocidade inédita até então, afetando a vida das pessoas e os ambientes de trabalho. A Geração X, recém-ingressada no mercado de trabalho, e os Millenials precisaram se adaptar ao novo contexto. A vida digital da Geração Z Já os membros da Geração Z são denominados como os primeiros nativos digitais justamente porque nasceram nesse mundo conectado. Acessar a internet virou parte do seu cotidiano desde jovens, incluindo em dispositivos móveis, uma novidade para outras gerações. A popularização das primeiras redes sociais nos anos 2000 e a consolidação de plataformas como Facebook, Instagram e Twitter (atualmente X) nos anos 2010 moldaram sua forma de interagir com pessoas e obter informações, além de possibilitar uma plataforma para o compartilhamento de seus valores individuais. Assim como as gerações, os diferentes meios de comunicação coexistem e se complementam. A popularização da internet não significa que a TV ou o rádio estão com os dias contados, por exemplo. Mas é fato que as experiências de consumo se transformaram, sendo idealmente mais interativas e conectadas. Comunicação com todas as idades De maneira geral, as diferentes gerações têm preferências por canais de comunicação distintos. Enquanto os nativos digitais se sentem confortáveis em contatos 100% virtuais, por exemplo, os Baby Boomers valorizam mais os contatos presenciais e formas de atendimento que não exijam novos aprendizados tecnológicos. Atendimento com experiências integradas As diferenças geracionais são mais um motivo pelo qual as cooperativas devem apostar em experiências omnichannel. O conceito já é uma tendência amplamente difundida no marketing: é a estratégia de criar uma experiência do cliente ou cooperado unificada e contínua, independentemente do ponto de contato. Isso significa uma jornada sem interrupções, onde o indivíduo pode resolver suas demandas em um só lugar ou navegar entre diferentes canais. Mesmo que cada cooperativa tenha um público-alvo específico, é importante proporcionar meios de interação diversificados e aderentes às preferências de cada geração. Essa estratégia permite que o cooperado comece, por exemplo, um atendimento via autoatendimento digital e continue o processo em um contato presencial no espaço físico da cooperativa, sem perda de informações ou necessidade de repetir dados. A linguagem ideal para cada público Uma comunicação eficaz não se resume apenas a escolher os canais corretos: também é preciso adaptar a linguagem ao perfil de cada público. A construção de um relacionamento sólido entre cooperativa e cooperado depende de mensagens que transmitam clareza, proximidade e relevância, levando em conta as características de cada geração ou grupo atendido. Adotar diferentes tons de voz ao comunicar-se com públicos distintos é uma prática essencial. Enquanto os mais jovens podem preferir uma linguagem mais direta e conectada a referências digitais, gerações anteriores tendem a valorizar abordagens mais formais, que transmitam segurança. Essa diferenciação não significa fragmentar a identidade da cooperativa, mas sim ajustar sua forma de expressão para gerar maior impacto. Ao mesmo tempo, é possível aproveitar-se das tecnologias para promover atendimento humanizado em escala. Ferramentas digitais, como chatbots inteligentes e centrais de autoatendimento, já são capazes de simular diálogos personalizados e compreender as necessidades dos cooperados. Quando combinadas com o suporte humano em momentos estratégicos, essas soluções garantem eficiência sem perder a proximidade típica do movimento. Quem interage com o público em larga escala entende a necessidade de investir e desenvolver soluções inovadoras para construir relacionamentos duradouros. De acordo com a mais recente Pesquisa de Inovação no Cooperativismo, divulgada pelo Sistema OCB em 2024, os setores de atendimento ao cliente e marketing e comunicação externa são os que inovam com maior frequência dentro das cooperativas (53%), superando até mesmo a área de tecnologia (48%). Como engajar diferentes gerações Em cada ramo do cooperativismo, ser cooperado significa um relacionamento diferente com a organização – enquanto no crédito todo cliente é um cooperado, por exemplo, na agropecuária o termo se refere aos produtores. Entretanto, independente da conexão, espera-se que esse indivíduo se engaje para construir uma cooperativa melhor e mais próspera. As assembleias são um dos pontos de contato mais tradicionais entre cooperativa e cooperados, uma plataforma para a tomada de decisões sobre o futuro da organização. O caráter democrático do modelo cooperativista só se materializa quando os cooperados estão engajados e utilizam as reuniões para construir ideias em conjunto. Os quadros associativos, principalmente das grandes cooperativas, costumam ser integrados por pessoas de diferentes faixas etárias, dos Baby Boomers à Geração Z. É fundamental conhecer o perfil dos cooperados para compreender suas preferências, quais canais lhes engajam melhor. Porém é possível adotar práticas que tornem as assembleias espaços convidativos para as diferentes gerações. Durante a pandemia, as cooperativas foram forçadas a transferir suas assembleias dos espaços físicos para as plataformas digitais. Passadas as restrições daquele contexto, deve-se apreender o melhor dos dois mundos para realizar reuniões híbridas e integradas. Nesse cenário, tanto o cooperado mais tradicional, que não abre mão de interagir com seus pares, quanto o mais moderno, que prefere o dinamismo das videochamadas, devem receber a plataforma necessária para participar ativamente do futuro da cooperativa. Planejamento geracional no ambiente de trabalho Em alguns segmentos, como o de saúde, cooperado é o indivíduo que trabalha para a cooperativa. O mundo do trabalho também traz desafios para as organizações que reúnem colaboradores de faixas etárias distintas. De acordo com o relatório “Tendências de Gestão de Pessoas”, do Ecossistema Great People & GPTW, 55% dos gestores de recursos humanos relatam dificuldades ao lidar com as expectativas de diferentes gerações – e 76% consideram a Geração Z a mais desafiadora, apontando falta de comprometimento e pessimismo. Um dos recursos possíveis para integrá-los ao ambiente de trabalho é através de programas de sucessão e atração. Algumas cooperativas já têm se destacado nesse campo, como a Coplacana, que promoveu a criação de um núcleo jovem e revitalizou a participação em suas atividades. A Cresol, por sua vez, ensinou o modelo cooperativista para mais de 1.200 jovens e estimulou o planejamento sucessório em negócios familiares. Já para as gerações mais antigas, como os baby boomers, o conhecimento acerca das novas tecnologias pode ser um desafio maior que a integração à cultura organizacional. Nesse caso, a resposta é investir em capacitação, a exemplo do que fez a Sicredi Sudoeste MT/PA. A cooperativa de crédito criou o Programa Geração Diamante, projetado para dar oportunidades profissionais a pessoas de 55 anos ou mais. O case da Sicredi Sudoeste MT/PA almeja o que toda cooperativa deve ambicionar: um ambiente de trabalho diversificado, que promove a interação entre pessoas diferentes e fomenta uma organização pronta para abraçar os desafios de cada geração. Por que o cooperativismo combina com a Geração Z A Geração Z pode ser apontada como difícil de gerenciar, ansiosa ou desinteressada em vínculos formais, mas a realidade é que toda organização depende dessa camada da população. Esses jovens já estão no mercado de trabalho, ocuparão cada vez mais postos e, consequentemente, elevarão seu poder de consumo. As organizações que terão sucesso no médio e longo prazo serão aquelas que compreendem os desejos e as necessidades deste público. Uma das características fundamentais da Geração Z é a busca por propósito, tanto no consumo quanto no trabalho. Os jovens preferem interagir com marcas que carregam valores. Nesse cenário, o cooperativismo surge como a alternativa ideal: um modelo de negócio que carrega valores intrínsecos, visando o bem-estar de seus membros ao invés do lucro. A prosperidade gerada pelo movimento vai além das próprias fronteiras – as cooperativas têm como princípio abraçar a comunidade e frequentemente agem em prol de causas ligadas à sua identidade. A Geração Z tende a pensar no impacto social de suas ações e, portanto, enxerga esse tipo de postura com bons olhos. Até mesmo o modelo de gestão cooperativista está alinhado às características da Geração Z. Se os jovens não gostam das estruturas rígidas do trabalho formal, por que não integrar um ambiente de gestão participativa? A possibilidade de atuar ativamente nas decisões de uma cooperativa tem tudo para gerar senso de pertencimento nas novas gerações. Conclusão: um modelo de negócios para as diferentes gerações Atender e engajar cooperados de diferentes gerações exige reconhecer as particularidades de cada público, equilibrando tradição e inovação. Ao combinar linguagem adequada, experiências integradas e canais diversos, as cooperativas criam relacionamentos sólidos e sustentáveis, capazes de unir Baby Boomers à Geração Z em torno de um propósito comum. Talvez a sua cooperativa precise compreender melhor o contexto geral do mercado antes de tomar decisões direcionadas a cada geração. Se esse for o caso, o curso Análise de Mercado, do NegóciosCoop, pode orientar seus próximos passos! Aprimore sua capacidade de coletar, interpretar e utilizar dados, informações e conhecimento. Clique aqui e se inscreva!
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